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Conhecido como Aporte ou Fio de Solda, você sabe qual sua utilização nas obras que utilizam geomembrana?

Sem uma soldagem adequada todo o conceito do uso da geomembrana como barreira impermeabilizante se perde. A solda da geomembrana configura o processo mais crítico de toda a instalação e do qual dependerá a barreira como um todo. As geomembranas de polietileno são soldadas por processos térmicos, onde o material é fundido e pressionado para que a união seja realizada.

Conforme a NBR 16199 Geomembranas termoplásticas — Instalação em obras geotécnicas e de saneamento ambiental a solda por aporte de material (extrusão) ocorre através da deposição na borda sobreposta do painel, de um filete extrudado a partir de um cordão ou de grânulos do mesmo polímero componente dos painéis da geomembrana.

A solda por extrusão é utilizada somente em detalhes de interferências, em reparos (manchões) e em conexões com estruturas de concreto.

Este texto tem por objetivo descrever a solda por extrusão e o impacto da qualidade do aporte (fio de solda) na soldabilidade e resistência das soldas.

CARACTERÍSTICAS DO APORTE QUE AFETAM O PROCESSO DE SOLDAGEM POR EXTRUSÃO

1 – TEMPERATURA DE FUSÃO

A temperatura de fusão é uma característica importante dos polímeros, principalmente em relação ao processo de solda utilizando aporte. Os polímeros possuem temperaturas de fusão diferentes de acordo com sua natureza química.

Para que a solda por extrusão seja de boa qualidade, o aporte de PEAD (ou PEBDL, de acordo com a geomembrana utilizada) devem possuir a mesma faixa de temperatura de fusão da geomembrana, caso contrário a resistência ao descolamento e cisalhamento da solda pode ficar abaixo do mínimo especificado, ou até impedir a união das geomembranas

 2 – INDICE DE FLUIDEZ

O Índice de Fluidez (IF) é definido como a medida da quantidade de polímero fundido que é extrusado através de um orifício em 10 minutos, sob uma carga constante, normalmente expresso em g/10min.

No caso do aporte, o índice de fluidez pode indicar, em conjunto com a temperatura de fusão, se o comportamento do material fundido está alterado.

Alteração nesta propriedade pode indicar degradação do material, principalmente se for causada por quebra de cadeias poliméricas onde moléculas menores são formadas, ou a presença de material que não seja polímérico, tais como cargas.

3 – PROBLEMAS NO APORTE QUE AFETAM NEGATIVAMENTE A SOLDA POR EXTRUSÃO

Dentre as causas possíveis para problemas de soldabilidade oriundos da má qualidade do aporte, podemos destacar as seguintes:

  1.  Presença de polímeros diferentes do polietileno na formulação do aporte, oriundos de matéria prima reciclada pós-consumo. O excesso deste material pode alterar a temperatura de fusão da geomembrana, já que cada polímero tem temperaturas diferentes, podendo não ser compatíveis com a do polietileno.
  2.  Presença de cargas na formulação do aporte, por vezes oriundas também de matéria prima reciclada pós-consumo. A presença destes materiais pode atrapalhar a soldabilidade com a geomembrana, já que não funde na mesma temperatura da geomembrana e acaba fragilizando a solda.
  3.  Ainda sobre matéria prima reciclada pós-consumo, mesmo que seja de polietileno, não tem temperatura e índice de fluidez uniforme, pois esta resina pode apresentar diferentes níveis de degradação e também porque os polímeros perdem propriedades a cada processamento, devido a quebra das cadeias poliméricas. Matéria prima reciclada pós-consumo não tem origem conhecida.

CONCLUSÃO

Um requisito importante para garantir uma solda por extrusão resistente é a compatibilidade térmica e química entre a formulação aporte (fio de solda) e a geomembrana, ou seja, ambos devem ter mesma resina e aditivos para se fundirem de modo adequado.

Também é de fundamental importância a utilização de resina virgem, sem adição de reciclado ou cargas, além um rigoroso controle de qualidade durante a fabricação.

Nós do grupo Nortène temos todo o conhecimento e cuidado em todas as etapas do processo de fabricação do aporte, garantindo um produto compatível com a geomembrana, de boa soldabilidade que vai proporcionar segurança e agilidade no processo de soldagem por extrusão.

 

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Sediada em Canoas/RS, a Engepol está na vanguarda da fabricação de reservatórios de geomembrana em polietileno de alta e baixa densidade. Também é a única empresa na América Latina  que utiliza processo de extrusão em matriz plana em sua fabricação.

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